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O ácido hialurónico pode rejuvenescer a pele e aumentar a longevidade?

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O ácido hialurónico pode rejuvenescer a pele e aumentar a longevidade?

O ácido hialurónico é um polissacárido, um glicosaminoglicano ou GAG (estas moléculas são compostos conhecidos como mucopolissacáridos que actuam unindo o tecido conectivo), presente em praticamente todos os tecidos conectivos adultos. Encontra-se em maior abundância nos componentes das articulações, tais como a cartilagem e o líquido sinovial, bem como na pele e nos olhos. O ácido hialurónico funciona como uma estrutura de suporte no espaço extracelular em todo o organismo e é um componente especialmente importante da matriz das articulações.
Contribui para a manutenção do líquido sinuvial ao actuar como lubrificante e como um absorvente de choques. Também cobre a superfície da cartilagem, evitando que componentes indesejáveis entrem ao mesmo tempo que retém componentes importantes.
De certo que já ouviu falar do colagénio, uma proteína da matriz extracelular do tecido conjuntivo, responsável por grande parte de suas propriedades físicas...
O ácido hialurónico é também extremamente importante para a pele, uma vez que está envolvido no suporte das suas células, para além da reparação de tecidos. Presente quer na derme (camada interior da pele) quer na epiderme (camada exterior da pele), basicamente o ácido hialurónico como que prende as células no respectivo local e ajuda a manter a sua textura e a sua elasticidade. Quando os radicias livres atacam a pele, esta fica irritada e a derme deixa de produzir ácido hialurónico, enfraquecendo, assim, o suporte da epiderme e derme, levando a formação de rugas. Esta é a principal razão pela qual a maior parte das pessoas possui rugas a partir dos 45 anos de idade: os níveis de ácido hialurónico começam a decrescer. Por volta dos 70 anos de idade possuímos menos 80% de ácido hialurónico do que aos 40.
Ajuda ainda na manutenção da hidratação e parece que por este mesmo motivo, na cicatrização de feridas, através de aplicação tópica, devido à sua capacidade de retenção de água.
Os investigadores ainda estão a descobrir todas as acções e benefícios do ácido hialurónico a nível da saúde. Em 2000, um programa de televisão intitulado “A vila da vida longa: Poderá o ácido hialurónico ser um remédio anti-idade?” mostrou uma das vilas com a população mais idosa do Japão, descoberta pela Organização Mundial de Saúde, em que a percentagem de pessoas com idade superior a 80 anos era dez vezes superior ao normal de qualquer zona dos Estados Unidos da América. Os habitantes entre os 80 e 90 anos de idade que apareceram neste programa não apresentavam rugas, ou sinais de envelhecimento da pele, tinham uma boa flexibilidade a nível articular, tinham uma boa visão, poucos eram os que usavam óculos e não revelavam queda de cabelo. Vale destacar que a maior parte dos habitantes tinham trabalhado grande parte da sua vida debaixo do sol, a maioria fumava e bebia grandes quantidades de saqué, contudo eram extremamente activos não só para a idade que tinham, mas para qualquer idade. Este facto foi associado ao tipo de dieta que praticam que inclui alimentos capazes de preservar e estimular a formação de ácido hialurónico. Destacam-se alimentos à base de soja, chá verde e produtos ricos em flavonóides, tais como bagas de frutos. Isto para além de alimentos tipicamente japoneses, como determinadas raízes e tubérculos. Apelidado por alguns como a “Chave para a fonte da juventude”, poderá estar de facto associado a uma maior longevidade.

 

 


 

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